quinta-feira, 15 de abril de 2010

Por onde andei

"Por onode andei, enquanto você me procurava, será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava" (Nando Reis)

Estou morando na cidade de Assis, e esse é meu segundo ano nessa terrinha. De lá pra cá não tenho postado mais nada, mas um súbito descontentamento, uma súbita construção surreal, fizeram-me dispor de palavras.
Talvez eu tenha me apaixonado. Depois de ter te encontrado na rua. Depois de ter de visto na rua. Ter te trazido pra casa. Ter te feito companhia. Construi novos passos, andei por novos pensamentos. Minha vida tem sido muito ocupada, mas, temo por assim dizer que o futuro não é mais como era antigamente. Comecei a fumar, faz um ano, e agora estou aqui no meu quarto sozinho em casa, onde vc conheceu, com uma garrafa de café, uma xícara e queimando lembranças... Poderia estar fazendo muitas coisas, tenho seminário essa noite pra apresentar, mas não! Pasmem!! estou com as letras. Com o pensamento nas letras. Letras...de onde vêm as letras? Para onde vão as letras? Se fosse até onde desejo, iriam ao altar.
Falei com você, quis não imaginar você no ônibus, vindo no domingo a noite, no final do domingo...quis não imaginar... e nós, mais uma vez. Das muitas que desejo.
O que é um namoro? Não estávamos no mesmo tempo. Eu te quero aqui e agora...não importa como. Ninguém precisa saber como. Num abraço eterno, na nossa mais perfeita simbiose. Simbiose. Mas, devo continuar sutil.
Por onde andei? eu me procurava, eu sei que sou tudo aquilo que me faltava...e agora só falta você.

Recomeçando porque talvez isso me salve (parte II)

Falta tanta coisa...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Onde está São Francisco?

(...)

"Antes do tempo a clave..."

Não consigo me avaliar. Não tenho tempo para isso. Só me acompanha a sensação de que não há nada de novo e que ainda somos iguais. Mas a vida nova afloresce e colho a fava escondida atrás dos ferrões. Agora sou um forasteiro, um andarilho, um errante. Tenho entrado em antecamaras, observado paredes, tocado em poeiras e olhado para trás. Olhado para trás. E caminho, bato em portas e me sinto com as mãos verdadeiramente vazias. Viver, dói.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Durma medo meu (Parte II)

São tantas coisas que se infundem em meus pensamentos, tantos medos, tantos mistérios. Fico a me perguntar como o peso da coisas são medidos nessa grande balança chamada 'consicência'. Hoje em especial escrevo a respeito dos acontecidos da TV. Digo da TV, pois sei que ela é ainda a maior detentora de informações e de 'focos' estúpidos e cretinos.
É de conhecimento de todos o que aconteceu com a menina Isabele e agora com Eloá. Esses fatos repercurtem de uma forma tão constrangedora que me deixa a beira do delírio comedido. Sei que foram sim, casos que marcaram em grande grau nossos limitesm as ficarmos embebecidos por estas manifestações de violências não são condizentes com o que considero 'natureza humana'. Trocando em miúdos, é de uma insensatez absurda ficarmos fadados a comptemplar essas tragédias. Mas o que há? Por que gostamos tanto? E sim...gostamos....!!!Por que ainda não conseguimos acretitar na justiça? Por que ainda toleramos que em nossas 'novelas' se transmitam métodos de mãe sequestradores de filhos? Tudo se aprende...se apreende...Por que nos revoltamos tanto com 'os 'nardonis' da vida? Antes ainda, não deveríamos nos revoltar com nossa própria fraqueza, nossa impotência jurídica, nossa compactuabilidade e nossas percepções erradas???
Persegue-me a resposta que devo dar a premissa "não sou responsável pelo que a mim fizeram, mas sou responsável com aquilo que hei de fazer, do que fizeram comigo"...Então, o que fazer??


sinto medo!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

VOCACIONES

Sim, a-gosto...
estou de férias.
Não que tenha dado um ano,
não que eu merecesse um tempo
Estou em casa
e as palavras já não são mais as mesmas
mas eu sei que ainda sou o mesmo
o que é esse tempo?
o que é?


Hoje é meu terceiro dia de férias, estou em casa, cansado. Tenho um mundo de coisas pra fazer, mas estou nostálgico. Uma sutil lembrança dos tempos em que eu pisava na terra, trabalhava a terra e vivia na terra...
Agora como sou grande demais pra essas coisas simples sofro e choro. E no fundo não acredito nessa tal grandeza. Só me escondo nela. Produzo economia, asfalto meu quintal, não brinco de barquinho e nem solto pipas. Não conheço o nome das árvores, mas ainda quero plantar uma sibipiruna, daquelas de copas bem grandes. Grandes...pequenos....
tic, tac, ...caos, cosmos,...sonho, realidade,...(...)...
sempre há reticências...